E.C. São Bernardo x Jabaquara: Tradição em campo!

Domingo de manhã tem gosto de sono, de preguiça. A cidade em um de seus únicos momentos  de vazio. É uma boa hora pra ir a feira, caminhar pelo bairro, ou… Assistir um jogo da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, e no nosso caso um jogo de duas equipes mais do que tradicionais: E.C. São Bernardo x Jabaquara, de Santos.

Para quem não sabe, o Palhinha, ex atleta do São Paulo coordena o futebol do E.C. São Bernardo, e pelo que ele gritou durante o jogo, está levando bem a sério o trabalho…

A torcida do “Jabuca” subiu a serra e veio prestigiar o belo jogo, no Estádio do Baetão, em São Bernardo do Campo. O pessoal da Fúria Rubro-Amarela não parou de cantar um minuto, mesmo embaixo de chuva:

No velho estilo “poucos, mas loucos”, lá estavam pra apoiar o time do Jabaquara!

Além deles, o pessoal da Torcida Jovem Jabuca também esteve no ABC, levando suas faixas e seu incentivo ao time!

Ah, e claro que a torcida local também compareceu! O pessoal da Comando e da Inferno Jovem estiveram presentes com faixas, tirantes e também cantaram e apoiaram o tempo todo.

Consegui bater um papo com o pessoal da Comando e fiquei contente em ver o ânimo deles em relação ao time! Abraço pro pessoal!

Nas numeradas podiam ser vistos torcedores de ambos os times, ali, lado a lado, sem maiores problemas, aliás, com algumas exceções, a tranquilidade nos jogos é marca registrada da Segunda Divisão Paulista. Como me disse um torcedor do São Bernardo, “Lembra os Campeonatos de antigamente”.

Mas a festa das cores estava mesmo nas arquibancadas!

 Faixar, tirantes, bandeiras… Diferentes meios de se mostrar o sentimento por um time…

Cores, cantos, movimentos, sentimentos… Nas arquibancadas desse mundo cabe tudo isso… 

Sob todos os ângulos, sem dúvida a torcida é o maior espetáculo do futebol! Seja ela dos visitantes…

Ou dos locais…

E em campo, uma partida de excelente nível! Pra quem está acostumado a ver jogos marcados pelos chutões, o que se viu foram dois times que ao menos tentavam sair jogando, com meias e atacantes bastante habilidosos.  

E foi numa jogada de habilidade do ataque local que saiu o gol do São Bernardo!

Vale lembrar, para quem não conhece o Estádio do Baetão, que o gramado é artificial, o que complica um pouco o domínio da bola, mas o que compensa é a proximidade do campo que ele oferece aos torcedores!

Não achou que está perto o suficiente? Que tal acompanhar um pouco do trabalho do treinador do Jabuca, ali, praticamente do lado dele…

Se preferir, pode dar umas dicas pro lateral, onde ele deve lançar a bola?

Ah, o Baetão também é bom porque tem arquibancadas bem altas e dá pra fazer umas fotos com a vista geral do campo:

O 1×0 fez com que o jogo ficasse ainda mais quente, afinal, o time que saísse vencedor assumiria a liderança do grupo, ou seja… Ninguém queria perder…

Mas… Acabou-se o jogo e o Jabaquara perdeu. 1×0 para o E.C. São Bernardo, que inicia sua volta ao futebol profissional com o pé direito. É o líder do grupo!

Ah, e até que enfim, pude encontrar o pessoal do “Jogos Perdidos”  e fazer pessoalmente minhas referências aos caras como alguns dos maiores fomentadores do futebol em sua essência. Abraço pra eles!!!

Abraço também a rapaziada da Fúria, que cantou e pulou sem parar…

Terminado o jogo, percebemos que não fizemos uma única foto nossa, no Estádio, por isso, antes de voltarmos pra casa, uma foto em plena padaria, onde encaramos alguns quitutes…

Enquanto isso, na Rede Vida, o RedBull sagrava-se campeão da série A3, contra a tradicional Ferroviária de Araraquara

Como a tarde, encontraríamos a família da Mari, em São Paulo, assim terminava mais um final de semana boleiro…

Apoie o time de sua cidade!!!

Quanto mais opções, melhor!

Autônomos x Fúria Andreense

Coincidência, ou será uma nova rotina? Mais uma vez pulei das arquibancadas para o campo e fui disputar uma partida, como atleta, desta vez, jogando pelo time da torcida  Fúria Andreense, contra o Autônomos, time que tenta levar a campo os ideais anarquistas.

Renato Ramos, presidente da Fúria é o capitão do time, e é quem puxa a preleção:

O jogo foi disputado no “Bicudão“, tradicional local das disputas de futebol de Várzea.

Lembrando que, na semana anterior eu havia sido o goleiro dos “Garotos Podres” num campeonato soçaite, agora eu era o zagueiro reserva do time que joga com o mesmo brasão do time do Santo André.

O time da Fúria é bastante jovem, conta com jogadores com média de 17 anos, ou seja, eu, o Gui e o Renato somos os “tiozões” em campo!

Pra um time que começou este ano a disputar amistosos no futebol de campo, a Fúria Andreense está no caminho certo! 14 atletas foram até São Paulo para disputar o amistoso.

Ao menos no poster, já tem jeito de time campeão!

Do outro lado, estava o time que defendi por 3 anos, o Autonomos. Nascidos como um bando de punks pernas de pau, o time soube crescer e atualmente disputa 2 jogos por semana (às terças e aos domingos), contra adversários tradicionais da Várzea paulistana.

Veja o vídeo que o Gui (www.expulsosdecampo.blogspot.com) fez:

Destaque especial para Mandioca, “sub comandante” do time que joga, torce, apita, organiza, reúne, integra e ainda arruma tempo para escrever dois excelentes blogs, o http://manihot.wordpress.com/ e o http://vailateral.wordpress.com/)

Ah, e destaque também para a minha “mais que namorada” Mari, que desta vez sequer apareceu nas fotos, pois foi ela quem fotografou tudo… Obrigado companheira!

Pra concluir, tenho que dizer que jogar futebol, principalmente na várzea, é aprender a viver.

Ali, encontramos metáforas que remetem a diversas situações do cotidiano. Dor, amor, respeito misturam-se em meio a derrotas e vitórias.

Ao fim do jogo, o sangue do joelho ralado, misturado com a terra do campo são suas últimas memórias de mais uma partida vencida, independente do placar…

Obrigado futebol…

Parecia Libertadores…

Fim de semana um pouco diferente dos últimos, retratados aqui no blog.

Depois de tantos jogos assistidos, foi hora de viver um pouco do lado de dentro do futebol, disputando um campeonato relâmpago, em Itanhaém, com o time Garotos Podres!

Com pouco mais de 15 dias, em pleno casamento de um dos atletas, foi feito o brinde da decisão… Iríamos voltar, depois de 2 anos parados…

C0mo todo bom time, antes de jogar, vale a pena lembrar algumas táticas…

No fundo, mais do que jogar, estávamos ali pra reverenciar uma história de amizade e união que nos uniu como time e amigos há mais de 15 anos.

Reverenciar não só os que ali estavam, mas também os que fazem parte dessa família e mesmo por um motivo ou por uma filha que acaba de nascer, não puderam ir.

Majestoso, imponente, um pouco exagerado, talvez, mas decisivo e matador. Esse é Bruno Milani, o camisa 10 dos Garotos Podres, outrora chamado de “Juninho”.

Jogar contra o Garotos Podres significa se envolver na fantasia do futebol. Significa esquecer tudo o que está fora do campo e mergulhar em todas as experiências que o futebol pode proporcionar entre duas equipes.

Lances disputados, levados a sério, mas sempre com total respeito aos adversários, no caso abaixo, o time da AABB de Três Pontas – MG.

Como nossos antigos goleiros não puderam comparecer, encarei o desafio de defender nossa meta e até que não me saí tão mal, perdemos o primeiro jogo por 1×0.

O primeiro jogo foi truncado e equilibradíssimo, com direito a muita reclamação…

O segundo jogo teve momentos de puro nervosismo, quando após sofrermos um gol irregular (a bola não havia entrado por completo) nosso meia “Júnior”, também conhecido por “Português” foi expulso por proferir palavras não apropriadas ao árbitro.

Jogando com um a menos, chegamos a empatar em 1×1, mas depois o cansaço falou mais alto e perdemos por 4×1.

Enquanto estava 2×1 para o adversário deu pra ouvir um garoto que assistia o jogo do lado de fora dizer “Meu, esse jogo tá parecendo Libertadores”.

Pronto… Já podíamos ir embora. Era só isso o que queria. Emoção…

Gracias futebol!

Published in: on 18 de maio de 2010 at 6:20 PM  Comments (1)  
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78- Camisa do Olimpia do Paraguai

A 78a Camisa da coleção vem da capital do Paraguai, Assunção, onde fica localizado, entre outras coisas, o belo Palácio Presidencial. É sem dúvida um dos muitos lugares onde ainda estaremos para conhecer a cultura futebolística local!

O time dono da camisa é o Club Olimpia, uma das primeiras agremiações de futebol do país (senão a primeira) fundado em 25 de julho de 1902, por um grupo de jovens paraguaios.

Na hora de decidir o nome, alguns queiram “Paraguay”, outros “Esparta”, mas a idéia vencedora foi sugestão do holandês William Paats, considerado o Charles Miller do futebol paraguaio.

A primeira camisa do time era toda negra, com o nome “Olimpia” em branco, no peito.

O clube já conquistou 38 títulos nacionais, além de vários títulos internacionais, que lhe renderam o apelido de “Rei de Copas“. Entretanto, atualmente não levanta um caneco nacional desde o ano 2000.

Para se ter ideia da importância histórica do Olimpia, o time foi um dos fundadores da “Liga Paraguaya de fuútbol”, em 1906. Seis anos depois, em 1912 conquistou seu primeiro título nacional.

A partir da década de 50, o time conquistou grande domínio no futebol paraguaio.

Foi nessa década que se construiu o Estádio onde o time manda seus jogos, o Estádio Manuel Ferreira, nome do presidente da época.

Também conhecido como “El Bosque de Para Uno”, o estádio tem capacidade para cerca de 15 mil pessoas.

O Olimpia conseguiu um recorde ao vencer cinco campeonatos nacionais, entre 1956 e 1960, sendo que o de 1959, de maneira invicta.

Em 1960, o Olímpia disputou a final da primeira Libertadores de América, contra o Peñarol, conquistando o vice campeonato, com o time abaixo:

A década de 70 e 80 trouxeram os “anos dourados” do clube, graças às surpreendentes conquistas internacionais, e também por um novo recorde em campeonatos nacionais, com um hexacampeonato (de 1978 a 1983).

A primeira conquista de Libertadores veio em 1979, quando também conquistou o título intercontinental.

No fim dos anos 80, mais uma final de Libertadores,desta vez contra o Atlético Nacional, da Colombia, que acabou derrotando a equipe paraguaia nos penaltys.

Coincidentemente, no ano seguint, os dois times se enfrentaram na semifinal, mas desta vez o vitorioso foi o Olimpia, que pela segunda vez sagrou-se campeão da Libertadores, dando lhe o direito de disputar com o Milan o título mundial, conquistado pelos italianos.

Enquanto isso, mais um tetracampeonato nacional, entre 1997 e 2000.

Em 2002, no ano do seu centenário, mais uma glória internacional, a terceira Libertadores, vencida contra o São Caetano, nos penaltys:

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Seu maior rival é o Cerro Porteño. 

Outro detalhe fantástico, é que atualmente o Makanaki (ex jogador do Ramalhão) joga por lá e é um grande ídolo da torcida!

Se liga nele marcando um gol:

Para conhecer um pouco de sua torcida, recomendo o site www.labarradelao.com.py da sua principal barra. Mas só pelo vídeo abaixo da para se perceber que estamos falando de mais uma hinchada apaixonada!

O site do Olimpia é www.olimpia.com.py/

Por hora é isso!

Abraços!

Santo André 1×1 Brasiliense

Terça feira. Frente fria chegou com força em São Paulo.

Mesmo assim, e após um dia extenuante de trabalho, não pensei duas vezes em aceitar a proposta da Mari e fomos ao Parque Antártica ver o Ramalhão!

E não fomos os únicos… Algumas centenas de andreenses também encararam o desafio de ir dormir por volta da 1 da manhã em troca de mais uma noite de apoio.

Logo de cara, o pessoal aproveitou que a convocação da seleção havia sido pela manhã e tirou um barato do Neymar, que ficou de fora da Copa.

Noite fria, horário chato, estádio distante…

Nada disso importa quando se quer alentar…

Faixas, trapos e as organziadas ali presentes…

Ovídeo e seu tradicionalíssimo pessoal também não poderiam ficar fora dessa…

A rapaziada da Esquadrão também apareceu (como tem feito bastante ultimamente…).

Entretanto no salgado preço das numeradas…

A Mari conseguiu enfim uma foto no Palestra…

Eu também aproveitei pra registrar…

O Gabriel (do www.fototorcida.com.br) estava por lá, junto do lendário João Vitor!

O jogo foi feio. Chato. O Santo André mesmo com um jogador a mais boa parte do jogo (e dois a mais a partir dos 38 do segundo tempo) consegui ceder o empate ao time do Brasiliense. Aliás, fica abaixo o registro da torcida deles, que compareceu ao jogo (como minha máquina é uma droga, usei afoto do Gabriel, não contem pra ele):

Mas futebol éassim, se não vale pelo jogo, ou pelo resultado, vale pela companhia!

Mesmo que seja a companhia do simpático vendedor…

Mais uma vez a triste cena das bancadas vazias… Ultimamente não tenho dado sorte…

Ao menos alguns instantes de felicidade no momento do gol andreense…

O Santo André passa pelo famoso problema de não conseguir (e nem interessar, já que é um clube empresa) segurar suas estrelas. O time vem sendo desmanchado a cada jogo.

A nós torcedores, resta reclamar e torcer…

Futebol em família

Pessoal, essa semana foi foda, começei vários posts mas ainda não consegui tempo pra finalizar nenhum…

Enquanto eu faço isso, vou dividindo algumas coisas que tenho recebido, como essa reportagem com os torcedores do Aimoré!

Published in: on 15 de maio de 2010 at 1:00 AM  Comments (1)  
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O incrível gol do Palmeiras B

Esse foi sem dúvida o gol mais incrível do ano…

Desportivo Brasil x Capivariano

Após 6 dias para consolar meu coração amargurado pelo jogo Santos 2×3 Santo André, enfim voltei a pisar em um estádio para assistir futebol.

Fomos ver um jogo da Série B do Campeonato Paulista, que começou semana passada.

Como estávamos em Cosmópolis, escolhemos o grupo 4, que é o mais próximo, e fomos até Jaguariúna assistir o time local jogar contra o Capivariano.

Jaguariúna vive dias de euforia graças ao triste e banal espetáculo que insistem em manter em pleno século XXI, o rodeio.

Mesmo após as mortes que aconteceram na edição do ano passado, o público jovem da região ainda prefere os shows sertanejos e a exploração animal, ao futebol.

Na foto abaixo, a área onde acontece o rodeio fica ali no canto esquerdo superior.

Ideologias a parte, chegamos ao fantástico Estádio Municipal Alfredo Chiavegato.

Eu e a Mari já havíamos passado nesse Estádio (veja aqui algumas fotos dessa visita), mas foi a primeira vez que assistimos uma partida.

Mas o Estádio é realmente muito diferenciado. Melhor e maior do que muitos estádios da série A1!

O engraçado é que se você porocurar no site futebolinterior.com.br (referência nas divisões de acesso do futebol paulista), o jogo que fomos assistir seria Jaguariúna x Capivariano.

Porém, ao olhar os times, vi que a camisa do até então Jaguariúna era nossa conhecida. Fui até o placar para conferir e…

Pois é… Não foi desta vez que a cidade de Jaguariúna teve suas cores defendidas por uma equipe local, na série B.

O time que estava jogando era o Desportivo Brasil, de Porto Feliz que decidiu adotar a cidade como sede nesta série B.

É… Tenho que concordar que um Estádio como esse não merecia ficar sem clube no Paulista…

Mas, claro que seria mais legal ter um time que representasse a cidade e consequentemente trouxesse algum público para ver o jogo.

Ao menos teremos um estádio de fácil acesso para vermos novos times na série B do Paulista.

Com a ausência do público torcendo para o time local, o Capivariano deixou de lado a estrutura do Desportivo Brasil e fez um primeiro tempo de igual par igual com o time local (que no fundo também é visitante).

Confira nas fotos o que eu quero dizer com ausência de público…

Com as arquibancadas vazias, deu pra gente andar por todo lado e tirar fotos tranquilamente…

Confira na foto abaixo que até tinha uma galera ali, mas vale ressaltar que tinha mais diretores e atleta do que torcedores. Até a dupla Dario Pereyra e Pita que coordenam o Desportivo Brasil estava por ali.

O mais legal é que no meio dessa galera tinha mais um “maluco do mundo do futebol”. O Manoel, que também coleciona camisas de futebol nos reconheceu, e aí já viu… Muito papo sobre camisas, regado a consulta no Almanaque do Campeonato Paulista…

Outro detalhe é que se você reparar nas colunas atrás das cabines, verá que tem uns vergalhões saindo delas, dando a impressão que o estádio ainda pode crescer, ou quem sabe, ganhar uma cobertura…

E por falar nas cabines, haviam duas rádios de Capivari transmitindo o jogo!

Ah, pra quem gosta de participar do jogo, o campo fica bem próximo da torcida, ou seja dá pra brincarde ser técnico…

Durante o intervalo, fomos até as cabines conhecer os diretores do Capivariano, que são muito gente boa! Já fica nossa promessa de visitar o Capivariano no seu campo!

E tão gente boa quanto os diretores, foi o Bira, da rádio Cacique (1550Khz AM) , de Capivari!

E o pessoal do Capivariano que estava animado ao final do primeiro tempo, acabou se decepcionando no final do jogo.

Motivo? O Desportivo Brasil mostrou porque é um dos favoritos ao acesso e conseguiu fazer 4×0.

Deu pra perceber que o time do Desportivo Brasil tem um preparo físico diferenciado!

Só fico chateado com a questão do público, que não compareceu mesmo com os portões abertos (grátis mesmo…). Por outro lado, pensei no que a popukação de Votorantim passou recentemente…

Foram se apegando a um time “cigano” e quando estavam apaixonados, o Votoraty simplesmente deixou a cidade e foi para Ribeirão Preto, deixando órfãos milhares de torcedores.

Mas… Esse é o modelo adotado pelo Desportivo Brasil, e que deve se tornar comum aqui no Brasil, ou seja, pode sde preparar para jogos com mais gente dentro do campo do que fora.

Até breve “AlfredoChiavegato“…

Apoie o time da sua cidade!

Mas… O que fazer quando um time invade sua cidade??

77- Camisa do Universitário (Perú)

A 77ª camisa da coleção é uma homenagem a um dos dois clubes Peruanos que se classificaram para as oitavas de final na Libertadores de América 2010, o Club Universitário de Desportes, também chamado de “La U” (o outro clube a se classificar foi o Club Alianza Lima, clique aqui para ver o post sobre sua camisa)

Após 2 empates em 0x0, o Universitário foi desclassificado pela São Paulo, nos penaltys:

Universitário é um dos mais tradicionais times peruanos.

É o time que mais conquistou títulos nacionais, no Perú. Foram 24 até o ano de 2010.

Tem sua sede na bela capital Lima.

Foi fundado em 1924 e conseguiu o seu primeiro título profissional em 1929, com o time abaixo:

O ponto mais alto do time foi em 1972, quando conseguiu chegar à final da Taça Libertadores da América, jogando as finais contra o Independiente da Argentina.

Além desse resultado impressionante, também chegou em 4o lugar nas edições de 1967, 1971 e 1975.

Sues maiores rivais são Sporting Cristal, Alianza Lima, e o Cienciano.

Seu mascote é Garrita, um tigre que anima a torcida!

Desede o ano 2000, manda seus jogos no Estádio Monumental, que possui capacidade para 80 mil torcedores.

Antes do ano 2000, utilizava o modesto e aconchegante Estádio Lolo Fernández, atualmente utilizado como campo de treinamento:

O ídolo que dá nome ao estádio é Teodóro Fernandez, ou simplesmente “Lolo” Fernández, que jogou por vinte e dois anos no Universitario.

Além de ser um grande jogador, Lolo Fernandez conquistava a torcida com sua personalidade. Chegou a rejeitar várias propostas internacionais, pelo amor ao time.

Jogou de 1931 até 1953, conquistando seis títulos nacionais, sendo artilheiro do Campeonato Peruano em sete vezes.

O ídolo tem até uma música em sua homenagem, que acabou virando um clip com várias imagens sobre o jogador:

O estádio possui uma série de grafites, contando pelos muros um pouco da história do clube, e homenageando Lolo…

Interessante ver que a cultura do grafite e do desenho permeou pela torcida.

Navegando pelo blog: http://quintavocal.blogspot.com encontrei uma série de desenhos que lembram os grafites do estádio:

A própria torcida foi estilizada em traços de artistas que admiram o time:

Falando sobre torcidas, o Universitario tem duas principais barras.

Uma é a Torcida popular “Trinchera Norte“:

Outra, é a sua torcida mais antiga, a Barra Oriente:

O clube também é chamado de La U, ou Los Cremas (devido a cor do uniforme).

O site oficial do time é www.universitario.com.pe

Mas vale a pena visitar outros blogs sobre o clube, dos quais eu destaco:

www.labandadesanjuan.com/lolo/

sector-u-crema.blogspot.com/

Pra terminar, a bela canção de Ruben Techera, em homenagem ao time. Atenção, aviso que ela é grudenta e ficará soando no seu ouvido por alguns dias “E dá le U, e dá le Ú…)

Rolê boleiro por Buenos Aires parte 6 – Monumental de Nuñez

Ainda não consegui terminar todos os comentários sobre nossa última tour à Argentina, mas vamos lá!

No último capítulo, falei de nossa visita à Bombonera. Agora, a 6a parte desssa história nos leva ao Monumental de Nuñez, onde o River Plate, maior rival do Boca, manda seus jogos.

O Estádio Monumental de Nuñez fica um pouco distante do centro, e de San Telmo, que era o bairro onde estávamos. Assim, pegamos um ônibus até o lado norte da cidade, aproveitamos pra conhecer o zoológico municipal, e dali tomamos um taxi.

O Estádio Monumental Antonio Vespucio Liberti fica próximo ao Rio da Prata, e também costuma abrigar os jogos da Seleção Argentina.

E lá fomos nós conhecer mais do estádio, eu usando a minha bela camisa do XV de Piracicaba!

Tivemos a sorte de encontrar por lá, nada mais nada menos que o goleiro da seleção argentina da copa de 78, Ubaldo Fillol, também conhecido como “Pato Fillol”:

Se liga nele antigamente (na década de 80 ele chegou a jogar no Flamengo de Zico):

E enfim, o momento esperado… Entrar no campo, pra ver como é o outro lado do Estádio, o lado onde os jogadores observam a torcida.

O Estádio é mesmo grande. Possui capacidade atualmente para 57.921 torcedores, sendo o assim o maior da Argentina.

O nome do estádio é uma homenagem ao Presidente do Clube da época da construção, Antonio Vespucio Liberti.

E o mais engraçado é que assim como o Morumbi, não fica no Morumbi, o “Monumental de Nuñez” não fica em Nuñez, mas em Belgrano, bairro vizinho.


Em 1934, o River Plate era conhecido como “Los Millonarios” devido as contratações caras, e foi nesse ano que o clube adquiriu a área para a construção do estádio.

Em 1935, foi colocada a pedra fundamental do Estádio.

Em 1936, se iniciou a construção, sob a supervisão dos arquitetos José Aslan e Héctor Ezcurra.

Após dois anos de construção e três tribunas concluídas, no dia 25 de Maio de 1938, cerca de 8.000 pessoas presenciaram a entrega de uma bandeira argentina e outra do clube, cercadas pelos sócios, que entoaram o Hino Argentino e do River Plate. No dia seguinte, uma festa com cerca de 120.000 espectadores e, após diversas atividades, a primeira partida do estádio, contra o Peñarol, do Uruguai. Vitória do River, por 3 a 1.

Em 1958, as arquibacandas em forma de ferradura do estádio foram fechadas.

Com a Copa do Mundo na Argentina, em 1978, ocorreram novas reformas e  sua capacidade foi reduzida para 97.709 pessoas.

No mundial de 78 foram disputadas 9 jogos no Monumental de Núñez, incluindo a abertura (Alemanha Ocidental 0x0 Polônia) e a  Final (Argentina 3×1 Holanda).

Em 29 de Novembro de 1986, o estádio recebeu o nome do ex-presidente Antonio Vespucio Liberti.

Ah, o Estádio possui um belo placar, como se pode ver:

O Estádio possui um programa de visitação, que inclui o Museu do River, passeio obrigatório para os paixonados por futebol.

Além de camisas, o Museu tem todo um cuidado estético com a ambientação das salas.

Dá pra se passar o dia todo lá, vendo e conversando com as pessoas.

As pessoas que visitam Buenos Aires tem o costume de só conhecer o Museu do Boca, e acho importante poder conhecer o outro lado dessa rivalidade!

Uma última vista no Estádio antes de irmos embora…

Nossas caras de ânimo logo mudariam ao tentarmos voltar parte do trajeto a pé e confirmar que o estádio ficava mesmo muito longe…

O jeito foi parar na Rua Lavalle e encarar um rango baratinho e saboroso!

e com 57.921 lugares, é o maior Estádio da Argentina.

O nome do estádio é uma homenagem ao Presidente do Clube na época da construção, Antonio Vespucio Liberti. Apesar do apelido, o Monumental não fica no bairro de Núñez, e sim em Belgrano, bairro vizinho e também nobre como Núñez.

[editar] História
Em 1934, o River Plate tinha 31 anos de criação. Tinha 1 título amador e 1 Título Profissional no Futebol. Era conhecido como “Los Millonarios” devido as contratações caras. Em 31 de Outubro de 1934, 83.950 metros quadrados são adquiridos pelo clube para a construção do estádio.

Em 25 de Maio de 1935, foi colocada a pedra fundamental do Estádio. No dia 1 de Dezembro, foi apresentado os planos da construção e apenas em 27 de Setembro de 1936 se iniciou a construção, sob a supervisão dos arquitetos José Aslan e Héctor Ezcurra.

Após dois anos de construção e três tribunas concluídas, no dia 25 de Maio de 1938, cerca de 8.000 pessoas presenciaram a entrega de uma bandeira argentina e outra do clube, cercadas pelos sócios, que entoaram o Hino Argentino e do River Plate. No dia seguinte, uma festa com cerca de 120.000 espectadores e, após diversas atividades, a primeira partida do estádio, contra o Peñarol, do Uruguai. Vitória do River, por 3 a 1.

Em 1958, as arquibacandas em forma de ferradura do estádio foram fechadas, formando o oval. Com a Copa do Mundo de 1978, o estádio passou por reformas e teve sua capacidade reduzida para 97.709 espectadores sentados, sendo um dos melhores estádios do mundo na época. Foram disputadas 9 jogos no Monumental de Núñez, incluindo a abertura (1 de Junho, Alemanha Ocidental e Polônia, 0 a 0) e a Grande Final entre Argentina e Holanda, com vitória argentina por 3 a 1.

O estádio foi palco dos títulos do River Plate na Taça Libertadores da América, em 1986 e em 1996, ambos contra o América de Cali.

Em 29 de Novembro de 1986, o estádio recebeu o nome do ex-presidente Antonio Vespucio Liberti.

Falta pouco pra acabar nosso trajeto de 2010 em Buenos Aires… Aguarde!

Santo André vence a final!

Acima de tudo, começamos a aventura de domingo felizes! Eu, a Mari, El Pibe e todos os já tradicionais amigos de arquibancada. Nem nos preocupamos ao saber que haveria menos ônibus do que o esperado.

Os poucos, mas lotados ônibus seguiam com famílias, amigos e gente que se uniou nesta vida em nome de uma cidade, representada pelo time do Ramalhão!

O dia se fez de azul como que torcendo pela vitória do time do ABC!

E, rapidamente chegamos ao Pacaembu! Foi maravilhoso ver tanta gente de azul e branco chegando junto ao mesmo tempo no estádio!

E juntos, fomos cantando até o portão 22, a entrada para o show final!

Além dos ônibus, muita gente veio de carro e ficou aguardando pra entrar junto, assim, acredito que conseguimos levar cerca de 2.500 torcedores para o estádio!

Gente que se misturava fazendo uma onda azul inundar o setor visitante do Pacaembu, com corações transbordando de orgulho!

Veja como foi a nossa chegada:

A cada passo, um amigo, um sorriso, um grito de confiança. A cada passo, mais próximos do jogo final…

Mas se o clima entre nós era de pura amizade, a PM nos fez lembrar que infelizmente, o futebol ainda está mais próximo da guerra do que da paz… 

E quando menos percebemos, já estávamoo dentro do Pacaembu, prontos pro último jogo do Campeonato!

Colorimos de azul e branco o lado laranja, visitante, e colorimos com sonhos, nossas mentes, enquanto aguardávamos o início da partida!

Lá estavam os apaixonados pelo Ramalhão! Esquerdinha e Maradona mandavam recado relembrando que Santo André era um pescador!

A Torcida Jovem do Santos também fez sua bela festa, com enormes tirantes…

Aliás, fazendo justiça, a torcida do Santos como um todo fez um grande espetáculo!

Mas o Ovídeo e a velha guarda Ramalhina não deixou nosso ânimo se abater! É … Santo André!!!!

O Bill conseguiu quebrar a máquina justo no dia da final, então fica ele registrado aí:

Nossa festa é simples, mas de coração, balões levam pro céu nossos pedidos…

O frio na espinha aumenta, os jogadores estão pra entrar no  campo…

O hino nacional foi tocado por uma orquestra. Achei legal apresença da orquestra, mas reitero minha opinião de que o ser contra o hino nacional nos estádios.

Um último olhar para a torcida adversária…

E que torcida…

O jogo nem bem começa e… um ataque congela nossos olhos…

Inacreditável… Menos de um minuto e o Santo André fez 1×0… A taça parece chegar mais próxima de nossas mãos…

Entretanto…  Minutos depois, silêncio nas bancadas Ramalhinas… É o empate santista…

Eu nunca tinha visto um time com tanta gana de vencer… O Santo André praticamente ignorou o gol, foi pra cima, e mandou 2×1!!

Por vários minutos sonhei com tudo o que poderia escrever com a conquista do título. Queria jogar na cara da imprensa toda a mediocridade de cada jornalista queem momento algum nos colocou no páreo como finalista.

Mas o futebol é traiçoeiro… E o ataque santista não perdoa nem liga pros sonhos de um andreense rebelde… Santos 2×2 Santo André…

Antes do desânimo ameaçar, duas expulsões: Nunes (Santo André) e Léo (Santos).

Algum tempo depois, mais um jogador foi expulso, desta vez Marquinhos (Santos) deixou a torcida com um sorriso no rosto…

Principalmente  porque aos 40 minutos, o Ramalhão fez 3×2 e o primeiro tempo terminou com um gol de vantagem e nosso time com um jogador a mais. Cenário melhor, impossível!

O 2o tempo começa e o Ramalhão é todo ataque! O time joga bem, e a torcida se emocionou com a iminência do título…

Mas o futebol não se importa com a lógica. O segundo tempo praticamente vôou.

Quando percebemos já passava dos 40 minutos do segundo tempo, e mesmo com 2 homens a mais (Roberto Brum fora expulso minutos antes).

O título se fora… Ficou o aplauso do torcedor Ramalhino…

O reconhecimento a um time quesoubehumildemente chegar onde chegou escondia a dor da perda do título…

Fiquei triste como há muito não ficava. Nem quando fomos rebaixados me permiti sofer como ontem…

Alheio à nossa dor, time e torcida do Santos comemoraram o 18o título estadual do Santos.

O Santos foi o melhor time durante todo o campeonato, e se a regra fosse a dos pontos corridos, nenhuma reclamação faria sentido.

Entretanto, a regra da final ser em dois jogos, deixou a campanha do Santos como mero critério de desempate.

Assim sendo o gol incorretamente anulado acabou com todo um campeonato que seria histórico e inesqeucível para um time, uma torcida e uma cidade.

A bandeira Maria Elisa torna-se persona non grata eternamente em nossa cidade…

Dario Pereyra

dario pereira

Poxa, rodando os campos de futebol é inevitável encontrar ex jogadores que atualmente trabalham com futebol.

É muito legal quando isso acontece e  foi o caso do Dario Pereyra, atualmente no Desportivo Brasil, time da série B do Campeonato Paulista.

Apesar de sua vida boleira ter sido marcada pela garra, a passagem do Dario que sempre lembro é uma que me faz rir muito.

Na época, ele era técnico do São Paulo.

Faltavam poucos minutos para o final do jogo e ele decide uma substituição ousada. O zagueiro Walber iria entrar para jogar de atacante, ou coisa parecida.

A televisão que transmitia o jogo achou estranho e decidiu perguntar ao Daryo o por que daquela mudança.

A resposta foi a melhor de todos os tempos, num carregado portunhol…

“Yo tive un pressentimento”…

E o cara é muito gente fina!

Published in: on 1 de maio de 2010 at 8:26 PM  Comments (1)  
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76- Camisa do Figueirense

A 76ª camisa da coleção novamente nos remete à Santa Catarina, mais especificamente à Florianópolis…

A camisa pertence a um dos mais tradicionais times do estado, o Figueirense!

O time foi fundado em 12 de junho de 1921 por Jorge Albino Ramos  e um grupo de amigos apaixonados por remo e pelo futebol, num momento em que o futebol passava por um momento de declínio em Florianópolis.

O nome Figueirense Futebol Clube foi uma homenagem ao local onde se reuniam para planejar a criação do clube,  a localidade da Figueira, onde por muito tempo havia uma enorme figueira .

Uma dos primeiros times que se tem registro iconográfiuco é o de 1924:

A década de 30 foi a década em que o maior número de títulos foram conquistados.

Um jogador que marcou a época foi Carlos Moritz, conhecido como Calico. Foi o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Figueirense.

Abaixo, Calico em foto no fim da década de 90. Ele viria afalecer no ano 2000.

A Década de 1940 também foi marcante na história do alvinegro, com novos títulos estaduais e Campeonato da Cidade.

Em 1945 o empresário e desportista Orlando Scarpelli, durante seu mandato como presidente do clube, doôu ao Figueirense a área onde seria construído o Estádio que leva seu nome, e se o Estádio é bem conhecido, que tal conhecer o Orlando original? Aí está…

Os anos 50 foram marcados pelas obras de construção do Estádio e consequentemente, houve  uma seca nos títulos.

A década seguinte truxe logo de cara a inauguração parcial do Estádio do Figueirense, em 1960 com o jogo: Figueirense 1 a 1 Clube Atlético Catarinense.

Nos anos 70, o Figueirense conquistou a vaga para disputar o brasileirão, tornando-se o primeiro clube catarinense a fazê-lo. Torcida e jogadores não podiam acreditar!

Assim, em 1973, o Figueira disputou o brasileirão com o time abaixo:

Além disso, nos anos 70, conquistou dois estaduais. O de 1972, tendo a taça levantada pelo capitão Casagrande:

E o de 1974, com o time abaixo:

A década de 80 levou o Figueirense à Taça de Prata, em 1985 e à Segunda Divisão do Campeonato Catarinense, em 1987.

Já os anos 90 trouxeram mais um título estadual, em 1994 e no ano seguinte o título do Torneio Mercosul, disputado por clubes catarinenses, paranaenses, uruguaios e paraguaios.

Em 1999, chega ao clube um modelo de gestão, focado na reorganização e modernidade administrativa, como presente, o clube conquista o Campeonato Catarinense, fazendo a final contra o seu maior rival Avaí. O time que venceu foi este aí abaixo:

A primeira década do século XXI trouxe logo de cara mais três estaduais (2002, 2003 e 2004), além do Vice-Campeonato da Série B de 2001, que garantiu o time de volta ao brasileirão do ano seguinte.

Daí em diante, parecia que o Figueirense havia acertado o pé!.

Passariam pelo time o atacante Evair, os meias Fernandes e Sergio Manoel, além do sempre polêmico Edmundo, o Animal.

Em 2006, veio mais um Campeonato Catarinense .

Mas o grande momento ainda estava por chegar. Em 2007 o time chegou à final da Copa do Brasil, contra o Fluminense. No primeiro jogo, um 0x0 em pleno Maracanã…

Mas… no jogo de volta, uma derrota em casa fez o sonho de disputar a libertadores ir por água abaixo…

Em 2008, outro título estadual, enfrentando na final, o Criciúma.

Entretanto, para a surpresa de todos, no final do ano o clube foi rebaixado à Série B do Campeonato brasileiro, onde está até o momento (ano de 2010).

Já que falamos sobre o Estádio Orlando Scarpelli, achei algumas fotos do estádio pela net, veja que bela cancha:

O Estádio está localizado no bairro Estreito, na parte continental da cidade de Florianópolis.

Sua capacidade é de 19.069 pessoas, mas já chegou a receber 26.660 pessoas em 1975, no jogo Figueirense 0x1 Vasco/RJ.

E por fim, uma mostra do fanatismo e dedicação de sua torcida:

O site oficial do clube é: www.figueirense.com.br

Apoie o time de sua cidade!

Na série A, B, C ou D…

Sobre a bola do Paulistão 2010

Todo mundo que gosta de futebol gosta de bola, é claro.

E depois de muita correria, enfim consegui as informações sobre a bola oficial do Paulistão 2010, da Topper!

 

Segundo a marca, além de ter um design arrojado, ela foi desenvolvida com novo material exclusivo, que a deixa mais macia e com maior aderência.

A bola usada no campeonato é a KV 12 Campo 5th edition. (por quê um nome assim, né? Não podiam lançar umas bolas comemorativas … tipo… Inter de Limeira 1986…)

É o sétimo ano consecutivo que a Topper é a marca esportiva oficial da Federação Paulista de Futebol, fornecendo as bolas da competição (nas 4 séries, A1, A2, A3 e B).

A KV 12 Campo 5th edition tem as cores da bandeira do Estado de São Paulo, com destaque para os tons amarelo e vermelho.

O modelo é uma reestilização da bola do último Paulistão.

Os principais diferenciais na arte da nova KV 12 são a malha metalizada da Topper aplicada em seus gomos, tornando o produto com identidade mais proprietária da marca, e os grafismos com percepção de profundidade. 

A microfibra exclusiva é um material desenvolvido no Japão, oferecendo resistência e maciez aos chutes, cabeçeios, defesas e seja lá o que os atletas foram fazer…

Além disso, tem filamentos específicos que além de deixá-la mais macia, também proporciona maior aderência, permitindo aos pernas de pau um maior controle sobre a bola e oferecendo maior segurança aos goleiros.

Outro diferencial do modelo está na tecnologia technosoft, sistema exclusivo de amortecimento e redução de impacto que, localizado entre o forro e o laminado da bola, garante mais conforto e elasticidade na hora do chute.

Ah, e por ter apenas 12 gomos, a KV 12 tem também menor atrito e resistência ao ar, proporcionando assim maior eficiência no controle de passes, lançamentos e chutes de curta, média e longa distâncias. 

A estrutura da nova bola é confeccionada com fios de nylon em sistema radial, que asseguram excelente resistência à deformação ou ruptura.

A câmara de ar é desenvolvida em borracha butílica, composto que mantém a esfericidade e evita a perda de ar, garantindo assim maior impermeabilidade e a pressão ideal por mais tempo. Já o laminado que reveste o produto é fabricado em microfibra importada, que proporciona mais maciez.

Para os pobres mortais (no caso, ricos), o preço de venda sugerido é de R$ 199 …

Pra quem quer saber mais (pô, mas depois de cada detalhe que eu arrumei, o que mais você quer saber…), contate a própria Topper:  AMC – Atendimento Master ao Cliente  São Paulo: (11) 3045 5522 – Outras localidades: 0800 70 70 566 ou www.topper.com.br

Abraços!

Published in: on 28 de abril de 2010 at 6:09 PM  Comments (1)  
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Ramalhão na final…

Domingo, pude enfim vivenciar uma final de Campeonato Paulista, com o meu Santo André… Vários ônibus foram preparados para levar a “onda azul” até o Pacaembu, palco do primeiro jogo da grande final.

Após sairmos de diferentes locais, todos os ônibus se concentraram ao lado da CRAISA para a tradicional revista policial.

Em pouco tempo, estávamos na Avenida do Estado, em uma fila que parecia não ter fim, o sonho de todo torcedor Ramalhino…

A chegada foi tranquila, houve respeito mútuo (dentro dos limites) a cada cruzamento com torcedores do Santos. Em poucos minutos, a frente do portão de entrada do tobogã foi tomada por torcedores do Santo André…

As torcidas Fúria Andreense, TUDA e Esquadrão levaram as baterias para animar a festa.

Mas nem só de organizadas se fez a presença do torcedor. Centenas de carros foram do ABC até o Pacaembu, acompanhar o time do coração.

Não nego que novamente haviam muitos torcedores mistos, mas todos aqueles apaixonados pelo time estavam lá…

Veja como foi a ida ao estádio, no vídeo de “El Pibe” Gui:

Ali ao lado, a galera da Fúria levava o bandeirão pra dentro do Estádio.

Bandeirão que depois de aberto ficaria assim, às lentes de Gabriel Uchida (www.torcida.wordpress.com)

E lá estávamos nós…

Era até engraçado ver tanta gente tirando foto como que pra dizer “Existiu e eu estive lá!!!”

E eu e a Mari não podíamos deixar de registrar esse momento único até então em nossas vidas!

O Esquerdinha (um dos torcedores mais tradicionais do time) fez um trapo especial para o jogo!!

Não tenho dúvida que a emoção de ter participado da final contra o Santos, independente do resultado final, foi maior pro torcedor do Santo André do que um título paulista seria pra qualquer torcedor dos demais “grandes clubes”.

Foi bonito ver o encontro de diferentes gerações de Ramalhinos, os mais velhos recordando a caravana de 1981, quando mais de 10 mil pessoas sairam de Santo André para o Parque Antártica!

E o Pacaembu estava lindo! Dá pra se fazer cartão postal tirando foto de qualquer lugar, mas acho que o tobogã (embora tenha sacrificado a concha acústica do estádio) tem uma visão ímpar!

A torcida do Santos também fez bonito e presenteou o belo esquadrão santista com sua presença em massa!

Ali do nosso lado esquerdo estava muito engraçado.

Os caras começaram a pegar no pé de algum “gordinho  andreense” e me fez lembrar o vídeo do gordo do Rosário.

Até o pessoal do rolê psycho colou no jogo (aliás tinha de tudo na torcida domingo…)

O Mike (primo do Gui) conseguiu entrar em campo com os atletas. Fiquei com leve inveja…

E quanto mais lotava, mais bonito o palco ficava.

E lá vem o bandeirão do Santo André…

O tempo não passava, o jogo não começava, o sol queimava a beça e a gente ali… Esperando…

De repente, lá vai o Mike e o time pra campo…

O Santos demorou um pouco mais, aumentando a tensão, já extrema para os torcedores azuis…

Quando veio a campo, foi a vez da Torcida Jovem dar seu show, que bela bandeira, hein?

Bandeirão e várias bandeiras menores:

Como diz o Gui (e o Dead Fish), Somos nós contra todos! E por isso, o time entrou em campo com cara de estar bem unido!

Sabendo que nas arquibancadas, haviam alguns milhares de apaixonados pelo time de sua cidade…

Era tempo de começar o jogo… Por um momento todos se deram conta de quão longe havíamos ido e de quanta coisa o Santo André representava naquele momento.

Cada escanteio, cada ataque do Santo André (e foram muitos no primeiro tempo) mostrava a força do futebol dos chamados T-4 (times Paulistas menos os quatro grandes):

Me sentia como se representássemos um papel que merecia ser feito por torcedores do Inter de Limeira, do Xv de Piraciaba, do VOCEM, do Paulista de Jundiaí, da Ponte Preta, do Rio Branco, e de todos os clubes que marcaram suas presenças na história do Campeonato Paulista. Naquele momento não éramos apenas andreenses… 

Foi então que uma bola parada quase parou nossos corações… Bruno César fez Santo André 1×0.

Foi mais que um grito de gol.

Foi um grito de revolta a todos os jornalistas que durante a semana diziam que o Santo André não teria NENHUMA chance.

Não conseguia deixar de olhar o placar e imaginar o quanto os jornalistas teriam que se explicar. Afinal, o Santos era (e ainda é) o favorito, mas campeão, só após os dois jogos da final!

Fim do primeiro tempo, dá pra reunir a galera e fazer a foto histórica, do dia da final de 2010!

Começa o segundo tempo e… E vc sabe o que.

Em poucos minutos o Santos conseguiu virar o jogo, e ainda criar uma vantagem maior (3×1).

A torcida olhava e não podia acreditar…

Claro que sentimos o baque. Claro que o teto ruiu sob nossas cabeças. Não tem como não sofrer…

Do outro lado… Só felicidade.

O placar, agora triste, mostrava Santo André 1×3 Santos.

Aos poucos, o Santo André se recuperou em campo, mas logo perdeu o zagueiro Toninho, pelo segundo amarelo e consequentemente o vermelho.

O jogo seguiu truncado, e o Santo André, decidiu lançar-se ao ataque como um louco, o que abria as possibilidades do contra atauqe santistas.

E foi com esse brio, que o Santo André conseguiu o que ninguém esperava. Um gol. Os 3×2 para o Santos aumentou a vantagem do time do litoral, mas manteve viva a esperança do povo de Santo André.

Fim de jogo. Hora de voltar pra casa. Felizes e orgulhosos pelo feito. Uma derrota que por incrível quepareça, teve gosto de vitória. Ao sair do Pacaembu, olhei pra traz e vi quanta gente havia ido ao jogo…

Obrigado Santo André!

Obrigado Santos!

Nos vemos domingo!

Em busca do Estádio Perdido em Brasília…

É legal quando fuçando no meio de suas coisas antigas, você encontra fotos que te deixam orgulhoso do seu passado! 

Foi o que aconteceu semana passada, quando tentando livrar minha mãe de um caixote meu, que lembra o baú do Raul, encontrei meia dúzia de fotos de quando fui tocar em Brasília com minha banda, o TERCERA CLASSE

Uma viagem muito legal, que ficou gravada na nossa memória, mas na minha cabeça, tudo tinha girado tão somente em torno do Punk e tal, e não é que eu fui espertinho o suficiente pra registrar um rolê boleiro, em busca de um Estádio Perdido?
 

O Estádio Mané Garrincha foi inaugurado em 1974 e pertence ao Departamento de Esportes, Educação Física e Recreação do Distrito Federal. 

Uma homenagem, ainda em vida, para o jogador Mané Garrincha, porém, na época tinha 40 anos e, não estando em forma física ideal, não pôde atuar no estádio que leva o seu nome. 

Abaixo, numa foto com uma máquina beeeem tranqueira, Gustavo (hoje morando na Asutrália), eu (sigo no ABC) e o meu irmão Marcel (morando em Florianópolis): 

 

O Estádio foi usado como palco de alguns shows memoráveis, o primeiro deles em 1988, com a Legião Urbana, que ficou marcado como um dos mais polêmicos da banda, graças às várias tretas na platéia e às bombas caseiras lançadas no palco, o que culminou no fim do show. Centenas de jovens foram hospitalizados e os sobreviventes decidiram queimar em público os discos da Legião Urbana. Depois disso, a banda nunca mais se apresentou em Brasília, sua cidade natal. 

Foi lá também o último show dos Mamonas Assassinas. Após aquele show, eles pegaram o avião que se chocou contra a Serra da Cantareira, vitimando toda a banda. 

 

Mas em se falando de futebol, o Mané Garrincha é o principal Estádio do Destirto Federal e abrigou vários jogos do Gama e do Brasiliense. 

O estádio atualmente pode receber até 42.200 torcedores, mas já recebeu 51 mil pessoas, no jogo Gama x Londrina, em 1998. 

Para a Copa de 2014, planeja-se realizar as partidas sediadas em Brasília, para isso foi preparado um projeto de reforma, que irá durar três anos. 

Após as adaptações, a capacidade seria ampliada para 76.232 espectadores. 

 

Abraços!

Seguimos pelas canchas…. (aliás, em meia hora estamos indo pro Pacaembú ver a final…)

75- Camisa do Club Alianza Lima

A 75ª Camisa é mais uma das minhas camisas que veio do Perú, mais especificamente de Lima, capital do país.

E é incrível perceber como a cultura do “brasileiro padrão” sobre o futebol é tão limitada… Os times peruanos são praticamente desconhecidos pela maioria dos hinchas brasileiros.

Bom, é pra isso que eu escrevo esse blog… Então vamos à história do Club Alianza Lima.

O time foi fundado em 15 de fevereiro de 1901, com o nome de Sport Alianza, o nome Alianza Lima seria adotado posteriormente, por uma decisão popular.

É um dos clubes mais populares do Perú, mantendo acesa nos seus mais de 109 anos, a chama do amor no coração dos seus torcedores que o chamam carinhosamente de “Alianza Lima Corazón“…

No início de sua existência, a diversão era disputar partidas contra times como Atlético Chalacom, Independência, entre outros.

A primeira partida oficial, em 1929, foi contra o Jorge Chávez, no primeiro torneio organizado pela Liga Peruana de Futebol, numa década marcada pelas atuações do inesquecíveis jogador, “el maestro” Alejandro Villanueva, que junto de seus companheiros marcou a época como os “Negros Diablos“.

O sucesso internacional veio na década de 30, com um rolê feito pelo Chile, onde o clube teve ótimos resutados.

Os anos 40 apresentaram performances irregulares, somente em 1948 levantou uma taça.

Já os anos 50, marcariam o início do futebol profissional no Perú, destaque para a formação do time, de 1950:

Profissionalmente, a estréia do Alianza, em 1951 se deu numa vitória contra o Atlético Chalaco, por 2×1.

Os anos 60 trouxeram bons ventos ao time, já em 1962 trouxe um novo título nacional ao time, assim como seria em 1963 e 1965.

Em 1966, disputou a Copa Libertadores de América com o time abaixo:

Os anos 70 trariam uma nova geração de jogadores que conquistariam os campeonatos de 1975, 77 e 78.

O time de 1973:

O time de 1978:

Em 1976 disputou a Libertadores com o time abaixo:

A década de 80 foi marcada pelo triste acidente aéreo de 1987, onde faleceram todos os jogadores e comissão técnica, além de alguns torcedores. O time seguia bem para a conquista do título daquele ano.

Dez anos depois, em 1997, veio um novo campeonato.

O ano 2000 traz novamente a tristeza da morte ao clube, o volante Sandro Baylónes, também capitão da seleção Peruana sub 23 faleceu num acidente automobilístico.

2001 era o ano do Centenário, e além de vários reforços, o clube levou o brasileiro Paulo Autori para ser técnico do time, sem contar a presença do meio campo Palhinha. O time conquistou mais um Campeonato Nacional.

Em 2002, disputou a Libertadores no mesmo grupo de Cerro Porteño, Cobreloa e São Caetano, mas terminou em último, além disso foi convidado para disputar a primeira edição da Copa Sulamericana, sendo eliminado na terceira fase pelo Nacional, de Montevidéu.

Depois de 2002, ainda disputou a Copa Libertadores de América em 2003, 2004, 2005, 2007 e 2010, onde vem fazendo boa campanha, na liderança de seu grupo até o momento.

Destaque para a torcida Comando Svr, fundada ainda na década de 70:

Manda seus jogos no Estádio Alejandro Villanueva, com capacidade para 35.000 pessoas:

O site oficial do clube é www.clubalianzalima.com

Oi! Futebol na canela!

Não canso de rever esse clip…

Published in: on 21 de abril de 2010 at 9:08 PM  Deixe um comentário  
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Ramalhão na final do Paulistão

Pois é, eu evito ao máximo falar do meu time nesse blog (prefiro postar sobre o Ramalhão no blog da Globo), mas… acho que agora não tem jeito né?

O Santo André conseguiu desafiar os grandes e representa o orgulho dos clubes esquecidos pela mídia, numa final que todos insistem já ter o resultado definido.

Estivemos no jogo da semifinal para cobrir essa bela festa! “El Pibe” Gui, eu, a Mari e o Gabriel (esse pedaço de óculos no canto direito)!

O Grêmio Prudentino foi recebido com várias críticas ao modelo de Gestão adotado pela diretoria…

Mas, seus torcedores não se importam com isso, e viajaram quase 9 horas até Santo André para apoiar o forte time de Toninho Cecílio.

Com ingressos trocados por 1kg de alimento, ficou fácil encher o Estádio.

Acho legal a Prefeitura e a atual gestão mostrarem boa vontade para lotar nossas arquibancadas, mas só isso não é suficiente para formar torcedores de verdade!

Foi triste ver vários torcedores dos times grandes em nossas bancadas, num momento de festa… Mas, claro que ao mesmo tempo foi bonito ver o Estádio cheio. Quem sabe esse amor não se torna permanente…

A torcida do Ramalhão deu um belo show.

Destaque para a abordagem da Esquadrão Andreense assumindo-se oficialmente contrários ao Futebol Moderno.

Além das faixas, a Esquadrão entoou o já tradicional canto “Ódio Eterno ao Futebol Moderno” (por coincidência havíamos cantado o mesmo na Javari, no dia anterior (clique e veja como foi)

Fazia tempo que não via tanta gente na arquibancada…

Em campo, o Santo André levou um chocolate… Perdemos por 2×1, num jogo em que tudo deu errado…

De nada adiantava se pendurar na arquibancada e gritar pedindo raça…

E a torcida não apoiou na mesma quantidade que compareceu…

Foi um jogo terrível de se assistir… Mas, necessário… Acho que até para os jogadores foi importante se classificar assim…

El Pibe Gui, quase desmaiou de tanta pressão durante o jogo…

Mas… ao final do jogo… Ficou a festa do torcedor Ramalhino….

A fumaça dos fogos dava a impressão de estarmos num jogo no leste europeu…

O ingresso da semifinal, bem que podia ser mais legal né? Mais bonito, mais colecionável…

Por fim, achei interessante, embora um pouco ofensiva a proposta de alguns torcedores que não aguentam mais (assim como eu) ver os jogadores serem induzidos a comemorar seus gols com a Rede Globo, ao invés de irem vibrar com a torcida…

E fica registrada a imagem, num final de domingo, onde 3 andreenses deixaram mais do que gritos e cantos ao seu time…. Deixaram o amor de seus corações ao time que pela primeira vez chega a uma final…

A noite que não acabou

Muita gente me mandou email e comentou o post feito sobre a Camisa do Brasil de Pelotas (veja aqui o post), dizendo que se sentia muito triste pelo acidente sofrido pelo ônibus do time, em janeiro de 2009.

E pra quem, como eu mora no estado de São Paulo, onde a mídia limita-se a no máximo citar os acontecimentos de outros estados, ficaram várias dúvidas sobre o desfecho do clube pós acidente.

Por isso, fui atrás do livro “A noite que não acabou”, de Nauro Júnior e Eduardo Cecconi

Li em pouco mais de 2 dias. Chorei, me emocionei e me senti um pouco Xavante, num momento de tanta dor.

Recomendo a leitura, não, não, é leitura obrigatória parea osapaiuxonados por um futebol menos moderninho…

Para comprar o livro, clique aqui e caia direto no site da Editora Mundial, a responsável por este clássico!

Ah, e vale ver o vídeo que acabaram de mandar como comentário deste post, em homanegem a torcida Xavante: