30- Camisa do Mogi Mirim

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Bom, agora que relembrei o meu giro de natal, vou começar a postar as camisas que consegui nessa viagem.

A primeira, foi uma grande surpresa, presente inesperado do amigo, praticante e apaixonado por rugby, Gabriel, lá de São João da Boa Vista.

O site do Mogi Mirim Esporte Clube é www.mogimirim.com.br . O time é conhecido como “Sapão” devido às características da região, que possuia muitos brejos na época da fundação da cidade, e consequentemente tinha os sapos como animais recorrentes. 

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O clube foi fundado em 1 de fevereiro de 1932, sendo o primeiro time de futebol da cidade, se profissionalizou em 1954 e só atingiu seu maior reconhecimento na década de 90, quando o técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão,  montou o “Carrossel Caipira”.

O time contava com um meio campo de se respeitar com Valber, Rivaldo e Leto sendo as principais estrelas. Era um 3-5-2 que lembrava a Holanda na Copa de 1974, e o Mogi quase alcançou a final do torneio. Este grupo ainda seria campeão da Copa 90 anos da Federação Paulista de Futebol em 1992 e do Torneio Ricardo Teixeira em 1993.

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Contudo, em 1994, a equipe perdeu suas estrelas para grandes clubes, deslizou e caiu para a segunda divisão, se reerguendo no ano seguinte com o título da segundona. Desde então, o Mogi fez campanhas intermediárias no Paulistão.

O Mogi Mirim possui um grande e bonito estádio, com um ótimo gramado, o Papa João Paulo II (já chamado de Wilson de Barros, entre outros nomes), com capacidade para 19 mil pessoas (outrora com capacidade para 30 mil)

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O site da principal torcida é http://www.manchavermelha.com.br/, vale lembrar que suas duas maiores rivalidades são com o Guarani e União São João, quem quiser contato, o link pra comunidade do orkut deles é: www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1126370 .

Nos dias atuais, dentro de campo, o Mogi Mirim tem como principal nome o meia Giovanni, que brilhou pelo Santos em 1995 e foi companheiro de Rivaldo nos tempos de Barcelona e Olympiakos.

E fora dele, é Rivaldo quem reapareceu, assumindo a presidência do Sapão, no início de outubro de 2008.

Por unanimidade, o craque foi eleito pelos conselheiros da equipe como o novo presidente, e ainda trouxe o ex-volante César Sampaio e o ex-zagueiro Cleber, com os quais atuou no Palmeiras, na década de 1990, para serem respectivamente consultor do time e gerente de futebol.

Veja a entrevista do “presidente”:

Por fim, vale lembrar um belo gol que o próprio Rivaldo marcou a frente do Mogi:

Rolê de natal

Há 3 meses estou devendo contar um pouco das minhas duas últimas viagens de 2008 (natal e fim de ano), então tomo vergonha nacara pra contar sobre o lado boleiro da nossa viagem natalina de 2008.

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Tinhamos pouco tempo, já que queríamos passar a noite de natal (24/12) com a família da Mari, em Cosmópolis, e o almoço do dia 25 com a minha, em Santo André. Assim, decidimos fazer um rolê curto, pelo interior de São Paulo até o sul de MG.

Saímos do ABC, e após uma parada em Cosmópolis (de onde ainda apresentarei o Cosmopolitano Futebol Clube) fomos para São João da Boa Vista.

Foi lá que entrevistei o Paulinho Mclaren, se não viu a entrevista, veja abaixo um trecho ou assista inteira aqui.

Fomos conhecer a sede da Sociedade Esportiva Sanjoanense. Se eu conseguir a camisa deles, mais tarde faço um post sobre o clube que em 1947, enfrentou o Flamengo em um amistoso, onde o time carioca goleou por 6 x 1.

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O campo possui um belo gramado, e é um apena a Esportiva ter se desligado do futebol profissional.

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De São João da Boa Vista, fomos para Águas da Prata, pequena e bela cidade, onde a água fala mais alto que o futebol.

Ao menos descobri, pelo amigo Gabriel, que lá existe um time de rugby amador. A foto abaixo mostra uma das fontes com destaque pra minha camisa do Moleque Travesso.

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Após beber um monte de águas com sabores, cheiros, temperaturas e recomendações diferentes, e tomar banho em umas duas cachoeiras, segui para Poços de Caldas.

Antes mesmo de buscar um hotel, fomos conhecer o Ronaldão, estádio onde a Caldense se sagrou campeã mineira em 2002. Assim como a maioria dos estádios brasileiros, o Ronaldão está mal conservado, mas mantém todo seu charme e valor.

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Nem bem deixei as coisas no hotel fui conhecer o clube da Caldense, que fica ali no centro da cidade. Muito bonito, e aparentemente bem gerido, o clube apresenta o mesmo problema da maior parte dos clubes que misturam o lado social com o futebol. O pessoal do social parece não entender que existe um time, com admiradores que não são necessariamente sócios, mas que gostariam de ver uma sala de troféus ou ao menos comprar uma camisa.

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Passei por um pequeno calvário, mas consegui. Se quiser saber mais sobre o time, leia o post que fiz sobre a camisa aqui.

Ao menos, na saída do clube, fui informado que a cidade possuia desde 2007 um novo time, o Vulcão (leia sobre a camisa aqui). E pude perceber que se a Cadense representa aquele amor tradicional as origens do futebol em Poços, o Vulcão apresenta o lado da novidade, da gestão mais popular, mais midiática, mais planejada. REsumindo, agora a cidade conta com um belo derby.

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Ah, vale lembrar que o bicampeão Mundial Mauro Ramos de Oliveira é nascido em Poços de Caldas, e tem uma estátua na cidade (ok, foto de turista hehehe):

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Bom, claro que não foi só de futebol meu passeio. Aproveitei o clima, subi montes, entrei em cachoeiras, comi doces, aproveitei a última sessão do cinema da cidade, transformado em igreja no dia seguinte (ainda postarei essa história aqui) e pude comprovar algumas das maravilhas que fazem de Poços uma cidade turística tão legal.

Último dia de trabalho...

Último dia de trabalho...

Bom, mas o natal se aproximava e era hora de começar a voltar. Corri para dar tempo de conhecer um pouco mais das cidades entre Poços de Caldas e Cosmópolis, e assim, fomos tomar café da manhã em Espírito Santo do Pinhal.

Aproveitamos pra conhecer os estádios da cidade, onde jogou o Ginásio Pinhalense de Esportes Atléticos, cuja camisa eu não tenho e estou a procura.

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Os estádios são o Dr. Fernando Costa e o Estádio Municipal Prefeito José Costa que surpreende pela capacidade e porte.

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Achei uma pequena trilha atrás do estádio que por um instante parecia levar a alguma maravilha da natureza, mas que pra nossa tristeza, acabou nos levando a uma oficina mecânica, graças às pedras da estrada que conseguiram quebrar nosso carro.

Traumatizados pelo incidente, decidimos dormir em Mogi Guaçú, cidade que nasceu às margens do rio que lhe empresta o nome. Aliás, nome indígena, Tupi Guarani, que significa “Rio Grande das Cobras”. O time da cidade é o Clube Atlético Guaçuano.

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Fomos conhecer o Estádio Alexandre Augusto Camacho, o campo do Guaçuano, um estádio pequeno (capacidade de 5 mil pessoas) e que tem tudo pra se transformar em um alçapão se a torcida comparecer. 

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Rodando por algumas lojas de material esportivo, consegui uma camisa do time, que em breve publico aqui. Fiquei triste em saber que o time está passando por muitas dificuldades pra seguir no profissionalismo, infelimente uma coisa comum aos clubes do interior.

Só pra não deixar passar, o que eu achei mais curioso na cidade foi o número de anúncios de fogos der artifício espalhados via faixas, cartazes, lambe-lambe e até out-doors.

O fim do passeio era iminente, e aceleramos para poder passarmos por Mogi Mirim, antes de comemorar o natal.

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Afinal, eu já havia até ganhado uma camisa do Gabriel, lá em São João da Boa Vista, e precisava nomínimo tirar uma foto do papa. O belíssimo Estádio Papa João Paulo. E assim fizemos.

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Já era quase noite do dia 23, e ainda conseguimos avistar o Estádio Municipal de Artur Nogueira, o Balneário Guilherme Carlini, mas já não haviam pilhas na máquina pra fotografá-lo. Faremos isso em breve.

Bom, daí, foi só curtir o Natal em Cosmópolis com a família da Mariana e seguir pra Santo André, almoçar com a minha família. Mas… o ano ainda não havia acabado e eu continuava de férias, o que pedia uma segunda aventura…

Narração democrática

A nossa mídia é cada vez mais conformada, mais burra e mais parte da chatice que vem se tornando o futebol atualmente.

Narradores cada vez mais previsíveis, comentaristas óbvios e simplistas, assistir futebol pela tv e até mesmo pelo rádio tem se tornado um programa padrão, com formatos cada vez mais parecidos.

Pode escrever aí, na rodada do fim de semana, os gols serão narrados iguais, os erros de arbitragem os mesmos e na segunda feira Flávio Prado seguirá criticando tudo e todos como se fosse um rebelde popular, quando na verdade é parte desse sistema podre que a cada dia mata os clubes menores e sequer fortalece os maiores.

Não vou me prolongar porque ainda guardo um post exclusivo sobre isso. Por hora, deixo a criatividade da transmissão italiana mostrar como é fácil e mais legal agir com sinceridade e emoção:

Published in: on 21 de março de 2009 at 2:38 PM  Deixe um comentário  
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Belfort Duarte

Tentando manter viva a pré história do nosso futebol, segue uma breve pesquisa sobre João Evangelista Belfort Duarte.

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Belfort Duarte nasceu em São Luís, em 27 de novembro de 1883 e faleceu em 27 de novembro de 1918. Foi um dos precursores do futebol aqui no Brasil.

Participou da fundação da Associação Atlética Mackenzie College, o primeiro clube de futebol do Brasil para brasileiros.

Com sua ida para morar no Rio de Janeiro, foi jogar no América Football Club, onde foi campeão carioca pela primeira vez em 1913.

Sempre capitão do time, depois se tornou técnico e diretor geral do futebol, um daqueles “linha dura”, que proibia atletas beberrões e fumantes dentro do clube.

Foi um dos responsáveis pela participação do atleta negro no clube, numa época que o futebol ainda carregava uma divisão racial intrínseca ao seu início elitista.

Ah, e quando a gente vê esses vários “Américas” espalhados pelo Brasil, foi ele quem o fez, atrvés de suas viagens.

Sempre pregou  respeito total aos adversários, e até denunciou um pênalti cometido por ele mesmo e que o juiz não havia visto, daí o prêmio com o seu nome oferecido para o jogador que passasse dez anos sem ser expulso proeza que hoje parece impossível, mas que foi realizada por Telê Santana, Didi e Vavá.

Extinto em 1981, foi recriado em 2008 com algumas modificações.

Como curiosidade, Belfort Duarte, foi o primeiro nome do estádio do Coritiba Foot Ball Club, antes de sua reconstrução nos anos 50, quando passou a se chamar Estádio Major Antônio Couto Pereira.

Nova Camisa do Santo André

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Na última semana, o Santo André lançou oficialmente seu novo uniforme para a sequência da temporada 2009, dando um pontapé na Finta, até então responsável pelo material.

Aliás, a Finta que ainda vai receber um post contando do problema que me arrumou durante os até então 74 dias de demora pra efetuar uma troca de uma camisa defeituosa. Assim que eu conseguir realizar a troca eu posto.

O novo manto foi desenvolvido pela italiana Lotto, que fica até o final do Paulista de 2010.

Na mesma cerimônia de apresentação, foi oficializado o novo patrocinador da equipe, a Netshoes, loja virtual de artigos esportivos, que acertou pelo mesmo período que a Lotto.

A nova camisa traz a logomarca da Netshoes no peito, deslocando a Auto Shopping Global e Samcil para os “glúteos”, mangas e costas. 

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Segundo o volante Fernando o novo manto está aprovado. “Gostei muito desta camisa. Além de ser muito bonita, o tecido é leve e confortável. Espero que possamos vencer na estréia do novo uniforme”, declarou.

Para comprar, por R$ 129,90 basta clicar aqui (é o link direto pra compra no site da NetShoes).

29- Camisa da Caldense

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Bom, já que passamos por Poços de Caldas e falamos sobre o novo time da cidade, o Vulcão, é hora de retratar o outro time, a tradicional Caldense!

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Essa camisa eu consegui do jeito mais triste. Comprando. É fogo, não que eu ache injusto, mas é que mais do que comprar, eu tive que pedir pro pessoal do clube abrir a lojinha pra mim, e sabe quando as pessoas não demonstram aquela boa vontade? Foi assim. Fiquei chateado. Esperava que os colaboradores do clube ficasem contentes por uma pessoa de fora querer comprar uma camisa. Mas deu pra ver que pra eles, aquilo é só mais um emprego.

Bom, vamos às coisas boas. O detalhe mais legal da camisa é o número. 19. Na época que eu ainda jogava no Autônomos, mesmo quando zagueiro titular, eu adorava jogar com a 18, ou 19.

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Bom, sobre o time, o site oficial é o www.caldense.com.br, se quiser escutar seu hino, ouça aqui. Seu mascote é o Periquitão:

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Vale conferir a promoção que eles fizeram para escolher o nome do mascote:

A “pré história” do futebol de Poços de Caldas começa em 1904, com Paulino de Souza trazendo uma das primeiras bolas de futebol para Poços.

Muitos times surgiram no princípio do século XX, mas desapareceram em seguida, como o Internacional F.C. Os remanescentes se uniram, formando a Associação Atlética Caldense.

No início, o clube não possuía sequer sede social ou campo, e jogava no campo do Internacional F.C., sem arquibancada ou gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado.

Em 1926, a Caldense adquire um brejão, onde as crianças iam caçar rãs, que foi drenado e cercado de madeira, transformando-se em Campo.  A partir dos anos 30 começou a ser contruída uma arquibancada. Somente em 1947, conseguiu-se a seção de uso com o prazo de 20 anos.

A equipe teve grandes momentos como entre 1960 e 1961 quando fez uma campanha de 57 partidas invictas. E navegando pela net encontrei uma foto que diz ser de 1978, alguém confirma?

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Em 1979, inaugura-se o Estádio Municipal Ronaldo Junqueira e o  então campo da Associação Atlética Caldense foi desativado.

Após tantos anos de luta, em 2002, a Caldense conseguiu sua maior façanha, o Campeonato Mineiro da primeira divisão. Veja como foi:

Pra finalizar, quer comemorar um gol com os caras? Vai lá!

Rolê por Buenos Aires parte 2

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Bom, encerrando minha história boleira por Buenos Aires no carnaval, acho que vale a pena contar sobre como é o mercado argentino de material esportivo e produtos relacionados aos clubes.

Aqui no Brasil, quando penso em comprar uma camisa, me sinto refém de dois tipos de comércio. A gente tem que optar entre lojas como a “Roxos e Doentes”  que vendem uma grande gama de camisas, shorts e demais materiais esportivos, mas tudo a um preço sempre salgado,  e o mercado informal, que vende as camisas piratas de baixa qualidade, mas a preços acessíveis.

Em Buenos Aires é comum encontrar camisetas “cópias” que conseguem aliar qualidade e preço (ou seja, não são tão caras quanto as oficiais, nem tão vagabundas quanto às piratas convencionais).

Além disso, vale lembrar que a gama de produtos vendidos relativos aos times é enorme, e muito bem distribuída (ainda que boa parte não seja licenciamento da marca, mas sim mera exploração). Canecas, cachecóis, camisetas, bandeiras, canetas, bottons, adesivos, blusas, bolas, meias… Tem de tudo e de TODOS os times.

Dessa última viagem voltei com um shorts do Tigres, presente do amigo Tano, vocalista da banda Muerte Lenta. O Tigres é um time que nem é tão conhecido aqui no Brasil, mas que tem produtos facilmente encontrados.

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Voltei com mais cds do que camisas desta vez. Só trouxe 2, uma do Estuidiantes e outra do Quilmes, que depois eu posto aqui.

A cultura do futebol é mais presente. Das lojas da periferia, ou do Bairro Once (a 25 de março de lá) até as arborizadas e ricas ruas da Recoleta, onde os boleiros mais abonados pagam caro numa pizza no bar Loucos por futebol. Abaixo, a Mari se diverte vendo os preços e comemorando que eu é quem iria pagar a conta. (O cardápio é bem legal) 

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Valeu também dar uma outra olhada no estádio do Al Magro, que fica na periferia (ou seja, fora da Grande Buenos Aires).

Fiquei sabendo um pouco mais sobre o San Telmo, time do bairro homônimo, onde fiquei hospedado num hotelzinho por menos de R$40 o casal. Depois conto mais sobre o time.

Enfim, se vc curte futebol, não tem o que pensar. Tem que conhecer a Argentina….

As mil camisas no orkut

Pessoal, como nem todo mundo usa o RSS e algumas vezes acabam sem saber quando teve camisa nova postada no blog, criei uma comunidade no orkut pra manter informado sobre as novidades.

O endereço é: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=83937961

Abraços

Published in: on 9 de março de 2009 at 7:26 PM  Deixe um comentário  
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28- Camisa do Independiente (Argentina)

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Aproveitando minha viagem, vou falar dessa camisa que chegou a mim pelo amigo Oliver (foi ele quem me conseguiu a do Yoklomaha Fluggels também).

O mais legal dessa camisa é que o Gui (baterista da banda que toco, o Fora de Jogo) é apaixonado pelo Racing, o maior rival deles, assim, além de ser uma camisa muito bonita (o tecido é aquele algodão antigo) eu ainda consegui um ítem pra causar uma polêmica com ele hehehe.

O site oficial do time é www.independiente.com .

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O Club Atlético Independiente é um time de Avellaneda, um Município da Grande Buenos Aires, mais ou menos como é qualquer cidade do ABC em relação à grande de São Paulo.

É conhecido por ser o time que mais ganhou Libertadores, foram 7 títulos. É chamado de “El Rojo” ou “Los Diablos Rojos” .

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A rivalidade com o Racing chega a ser curiosa, se pensarmos que os estádios estão distantes algumas quadras um do outro. Aliás, o estádio do Independiente é o “Libertadores de América”, também conhecido como “La Doble Visera”, com capacidade para quase 53 mil pessoas.

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A torcida do Independiente é bem barulhenta, tive a oportunidade de ver a chegada da barra ao estádio do Huracan no último clássico de Avellaneda. Existe um site bem interessante feito pelos torcedores: www.infiernorojo.com

E que tal comemorar um gol com los rojos?

Abraços!

Rolê por Buenos Aires parte 1

Bom, vou fazer um breve resumo da parte “boleira” do meu rolê por Buenos Aires. 

Logo de cara, eu e a Mari fomos visitar La Bombonera. Já fui várias vezes e a cada nova visita, sinto um novo arrepio. É sem dúvida um dos templos mundiais do futebol.

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E como o Boca jogava fora de casa, ou seja, não daria pra assistir nenhum jogo ali, aproveitei pra revisitar o Museu do Boca, que tem que servir de referência para qualquer clube do mundo.

Um museu que alia diversão e informação. Não é a toa que tem sempre movimento, independente da época do ano. A foto abaixo mostra uma parte do painel com fotos de todos os jogadores que já passaram pelo time. O terceiro da esquerda para a direita, da fileira de baixo é o brasileiro Heleno de Freitas, que segundo as lendas, teve um pequeno caso com Evita. 

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Para os loucos por camisetas e adereços, eles guardam mostras de uniformes de todas as épocas, sem contar os vídeos, e demais arquivos que mantém viva a memória do time.

Fiquei pensando como seria se cada clube brasileiro tivesse um quartinho com suas memórias guardadas… Tantos times que já nem disputam mais o futebol profissional… Triste né? Em breve ninguém se lembra.

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Fomos visitar um casal de amigos, o Hugo do Doble Fuerza e a Joana e a filhota Augustina, e eles moram em Parque Patrícios, há 3 quadras do estádio Tomas A. Ducó, a casa do Huracan.

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Infelizmente não conseguimos ir ao estádio, pois no mesmo dia teria o clássico Independiente x Racing (2×0) e não conseguimos ingressos pra partida, e sem ingressos não ia ficar passeando de bobo no meio das hinchadas que formam o segundo maior clássico da Argentina.

O Independiente venceu por 2×0.

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No dia seguinte, fomos conhecer o berço de Maradona, o Estádio do Argentino Juniores, que leva o nome do craque. Após dois dias de calor de 40 graus, pegamos uma bela chuva durante os 45 minutos de onibus e 10 minutos de caminhada até chegarmos ensopados ao Diego Armando Maradona.

Um estádio charmoso, todo coberto por desenhos e grafites, e pequeno. Chega a lembrar a Rua Javari. A nossa única decepção é que não deixaram a gente entrar pra bater umas fotos lá de dentro.

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Depois fui até a casa do nosso amigo Tano (vocalista da banda Muerte Lenta) que nos surpreendeu nos recebendo com uma antiga camisa do Santo André, que lhe dei de presente há quase 9 anos atrás.

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O Tano mora muito perto do estádio do Almagro. Aguardem a continuação dessa aventura…